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01/05/2009 09:03
cai a Lei de Imprensa
STF derruba Lei de Imprensa por sete votos
O Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou hoje a Lei de Imprensa, uma das últimas legislações do tempo da ditadura que continuavam em vigor. Num julgamento histórico, sete dos 11 ministros da Corte decidiram tornar sem efeitos a totalidade da lei ao concluírem que ela, editada em 1967, era incompatível com a democracia e com a atual Constituição Federal. Eles consideraram que a Lei de Imprensa era inconstitucional.
Após a decisão, os juízes terão de se basear na Constituição e nos códigos Penal e Civil para decidir ações criminais e de indenização contra jornalistas. A Lei de Imprensa previa penas de detenção mais rigorosas para os jornalistas que cometiam os crimes de calúnia, injúria e difamação do que o Código Penal. O principal debate ocorreu por causa do direito de resposta. Para a maioria dos ministros, a prerrogativa está prevista na Constituição. Eles também observaram que há um projeto em tramitação no Congresso para regulamentar esse direito.
O presidente do STF, Gilmar Mendes, queria manter em vigor artigos da Lei de Imprensa que estabelece as regras para o requerimento e a concessão de direito de resposta. Para tentar convencer os seus colegas, ele chegou a citar o caso da Escola Base. Em 1994, vários veículos de comunicação divulgaram reportagens sobre suposto abuso sexual cometido contra crianças que estudavam na escola. No entanto, nada ficou comprovado. "Os veículos da mídia produziram manchetes sensacionalistas", lembrou Mendes.
Mas a maioria dos ministros entendeu que a lei deveria ser derrubada integralmente. "A liberdade de imprensa não se compraz com uma lei feita com a preocupação de restringi-la, de criar dificuldades ao exercício dessa instituição política", afirmou o ministro Carlos Alberto Menezes Direito.
fonte: MSN, acessado em 1º de Maio de 2009
enviada por O Pensamento
19/02/2009 14:10
Operação Valquíria e Bangalafumenga
Assistí ontem a um excelente filme: Operação Valquíria. Fala sobre uma conspiração de oficiais do Exército alemão (wermacht) que tenta assassinar Hitler em 1944, para pôr fim à Guerra Mundial. É liderada por um Coronel, interpretado por Tom Cruise. Fica só uma pergunta: por que esses oficiais demoraram tanto para fazer isso? Será que se Hitler vencesse a guerra eles tentariam derrubá- lo?
Também assistí ontem, na TV Brasil, a um excelente show da banda Bangalafumenga. Esse banda nasceu há dez anos para ser um bloco de carnaval da Zona Sul do Rio de Janeiro. Hoje, formaram uma banda de MPB e samba. Excelente show. Excelente banda.
enviada por O Pensamento
17/02/2009 21:58
é, e os ventos de 2009 já se mostram novos e renovadores, em minha vida. Tô feliz sim. Com a graça de Deus isso continuará feliz assim. Depois eu conto.
Saudações.
enviada por O Pensamento
09/02/2009 00:02
Feliz Ano Novo
Pois é pessoal, estou de volta. O Obama venceu o stablishment americano, graças a Deus e à maioria do eleitorado cansada do neoconservadorismo de Bush.
Desejo a todos vocês um ótimo 2009.
Mudando de assunto: agora, dia 12 de Fevereiro de 2009, faz 50 anos do falecimento do craque de futebol Heleno de Freitas (1920- 1959). Heleno foi craque da seleção brasileira na década de 1940, e não disputou Copa do Mundo, devido à Segunda Guerra Mundial, nessa época. É o quinto maior goleador do Botafogo (RJ) de todos os tempos. Merece ser lembrado e homenageado. Encerrou a carreira no América (RJ), em 1951, em pleno Maracanã. Faleceu num sanatório de Minas , em 1959.
Um craque a ser homenageado.
enviada por O Pensamento
11/11/2008 00:42
Obama e a Esperança
Eleição de Obama derrota ditadura dos monopólios
O presidente eleito definiu o caráter das transformações que os EUA necessitam como ser responsável não somente por si, mas pelo próximo
Esta vitória, por si só, não é a mudança que buscamos. É apenas a chance de fazermos essa mudança, disse o presidente eleito dos EUA, Barack Hussein Obama, na noite da última terça-feira, definindo o caráter das transformações que os EUA necessitam como ser responsável não somente por si, mas pelo próximo.
Com efeito, desde que Franklin Delano Roosevelt, em meio à depressão que se seguiu ao craque de 1929, não havia uma eleição como esta nos EUA.
Como ele mesmo disse, Obama é o eleito mais improvável da história do país: negro, com raízes africanas recentes, tendo passado parte da infância na Indonésia, onde freqüentou uma escola islâmica, apontado como o senador mais à esquerda do Congresso em 2007, adversário da agressão ao Iraque, com um programa de atendimento público nas áreas de educação e saúde, autor, entre outros, de um projeto que protegia a população contra os despejos e de outro coibindo fraudes nas eleições federais. Em suma, ninguém poderia ter um perfil mais oposto ao da casta que domina os EUA há décadas.
Por outro lado, a fraude havia desmoralizado as duas últimas eleições presidenciais dos EUA em que, para entronizar um desqualificado, milhões de norte-americanos tiveram o voto cassado, milhares de urnas foram, simplesmente, assaltadas, e a Suprema Corte se mostrou, pública e desavergonhadamente, um valhacouto de chicaneiros fascistas.
Não por acaso, a principal figura do governo Bush foi o vice-presidente, Richard Cheney, ex-presidente da Halliburton e articulador do que há de mais aventureiro, mais arrivista e mais vigarista no ramo dos monopólios e cartéis norte-americanos. Alguém, falando do nazismo, notou que o imperialismo, em decadência e sem ninguém que possa ocupar diretamente o governo, acaba recorrendo à marginalidade, ao lumpen, para manter-se no poder. Pelo jeito, ele não recorre apenas aos marginais do tipo de Hitler, mas também à marginalidade monopolista.
MAGNATAS
Jamais a tão falsa quanto propalada democracia americana apareceu, diante de cada norte-americano e cada cidadão do mundo, como o que ela, há muito, é: uma ditadura de meia dúzia de magnatas, de monopolistas, dispostos a tudo, ou quase tudo, para prevalecer contra a esmagadora maioria da população isto é, contra o povo. Os dois mandatos de Bush Jr., com a instalação de um Estado policial, com a instituição da tortura como método de investigação de dissidentes, com a suspensão das garantias constitucionais pelos atos impatrióticos, com a escuta e espionagem de lares, bibliotecas, universidades e locais de trabalho, esclareceram quem ainda mantinha dúvidas sobre qual é ou qual era - o regime vigente nos EUA.
Sobre a devastação econômica, política, moral, ideológica e militar em meio da qual vai assumir a presidência, Obama declarou que é um ótimo momento para ser presidente, pois os EUA, que são normalmente um país conservador, têm agora certeza de que é preciso mudar. E, realmente, sua trajetória, sempre fiel a alguns princípios, faz com que seja possível ter esperanças.
Desde o fim da Guerra Civil (1865) e o assassinato de Lincoln, a história dos EUA é a história da ditadura dos monopólios financeiros e da luta contra ela. O próprio Lincoln, em seu discurso mais notável, havia advertido sobre o perigo que rondava os EUA, ao conclamar a nós os vivos para completar a obra inacabada (
.), que esta Nação com a graça de Deus venha gerar uma nova Liberdade, e que o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da terra.
Apenas cinco anos depois da morte de Lincoln, começou uma nova escravidão. Mais sete anos e os direitos dos negros foram, na prática, anulados. Duas décadas após, a Suprema Corte tornou legal a segregação racial, suspendendo a 14ª e a 15ª emendas à Constituição dos EUA a primeira estendia os direitos constitucionais aos ex-escravos, a segunda proibia que um cidadão fosse impedido de votar por questões raciais. Em 1906, o Zoológico do Bronx, Nova Iorque, expôs um africano numa jaula, juntamente com um orangotango.
Ao mesmo tempo, uma feroz perseguição foi desencadeada contra os trabalhadores, negros e brancos de que são exemplos os assassinatos oficiais dos líderes do 1º de maio de 1886, em Chicago, e a execução de Sacco e Vanzetti, em 1927.
Porém, em meio à crise que dividiu o partido republicano em 1912, o democrata Woodrow Wilson, com uma plataforma anti-monopolista, anti-racista e favorável às revindicações dos trabalhadores, venceu as eleições, e foi reeleito em 1916 - mas não conseguiu concorrer a um terceiro mandato, em meio a uma feroz campanha de infâmias. Wilson realizou parcialmente a sua plataforma, estabelecendo leis e controles anti-monopolistas e recuou, entre outras coisas, em relação aos direitos dos negros.
Os 12 anos seguintes 1921 a 1933 constituem o período mais medíocre, mais ditatorial e mais reacionário da história dos EUA, até a chegada de Reagan e dos Bush. São anos, até 1929, de especulação desenfreada, de desinibida vigarice da banca, de roubo do Estado, de fortunas feitas do dia para a noite no cassino da Bolsa, às custas de excluir a maioria da população, de reprimir a tiros os trabalhadores, em que até os veteranos do exército, com suas famílias, são massacrados em Washington, quando revindicavam o pagamento, atrasado havia oito anos, de seus bônus de guerra.
Mas a crise de 1929, gestada e parida por esse bacanal financeiro, abriu uma brecha no poder dos monopólios. O desemprego campeia, os centros das cidades (incluído o Central Park, de Nova Iorque) transformam-se em favelas, milhões de pessoas andam sem rumo e sem comida nas ruas e nos campos.
No meio desse furacão, Roosevelt foi eleito e, depois, sucessivamente reeleito, cumprindo três mandatos, sendo eleito para outro, mas falecendo antes de tomar posse. Foi o período mais democrático e progressista da história dos EUA, em que a crise foi conjurada pela limitação à ação dos cartéis e monopólios e pelos programas públicos de obras, de financiamento direto aos produtores, e atendimento à população. Foi também o período em que os EUA melhor conviveram com outras nações e outros povos inclusive, estabeleceram a aliança com a URSS na luta contra o nazi-fascismo.
ROOSEVELT
Após a morte de Roosevelt, já no governo de seu vice-presidente, Harry Truman, a reação outra vez tenta voltar ao poder. Truman recua em várias frentes; em outras, não consegue sustentar o programa de seu antecessor. Mas, contra todos os prognósticos da mídia, ainda consegue impedir que os republicanos voltem ao governo em 1948, tal a força do período Roosevelt na população norte-americana.
No entanto, o fascismo com sua tropa de choque, o macartismo avança sobre o país, as perseguições a democratas, as provocações contra a URSS, o anti-comunismo mais alucinado e delirante. O medo, quase pânico, de que surja um novo Roosevelt, faz com que a reação aprove a limitação da reeleição a presidente, agora restrita a um único outro mandato. Os sindicatos são manietados e os movimentos dos trabalhadores praticamente proibidos pelo TaftHartley Act, apesar do veto, derrubado no Congresso, de Truman. Os processos, prisões e condenações inclusive à morte - por alegada espionagem ou alegada traição são desencadeados contra as forças mais progressistas da sociedade norte-americana.
Em 1954, outra vez os monopólios, com Eisenhower, instalam-se diretamente no poder. A chantagem nuclear e as operações encobertas da CIA tornam-se os principais aspectos da política externa do país. Internamente, os EUA e sobretudo o governo dos EUA são dominados pelo que o próprio Eisenhower, ao se despedir da presidência, chamou de complexo industrial-militar.
KENNEDY
No entanto, a crise do final dos anos 50 faz com que, nas eleições de 1960, um democrata, John Kennedy, seja eleito. Durante dois anos, Kennedy lutará contra uma reação extremada a suas medidas. Todos os projetos que Kennedy envia ao Congresso são rejeitados. Por fim, antes que possa ser reeleito, com a perspectiva de uma mudança na correlação de forças no Congresso que realmente ocorreu, Kennedy é assassinado em novembro de 1963.
Os anos seguintes são de disputa intensa. O vice de Kennedy, Lyndon Johnson, afunda o país na agressão ao Vietnã, enquanto internamente, em meio a gigantescas manifestações populares, faz aprovar a Lei dos Direitos Civis, acabando com a discriminação política aos negros e em 1964 vence o republicano Barry Goldwater, que sintetizou o seu programa de governo em jogar uma bomba atômica no banheiro do Kremlin.
Porém, prosseguem os assassinatos de líderes populares: Malcom X é assassinado em 1965. Martin Luther King, em 1968. Em meio à impopularidade da Guerra do Vietnã, os republicanos retornaram ao poder com Nixon, mas isso somente aconteceu após o assassinato do candidato favorito às eleições de 1968, Robert Kennedy. Porém, Nixon, após uma reeleição estrondosa, é obrigado a renunciar para escapar do impeachment, no rastro do escândalo da espionagem sobre a sede do Partido Democrata, no edifício Watergate, em Washington.
REAÇÃO
Com Carter, os democratas chegam ao governo, mas, em 1980, após a eleição de Reagan, a reação estabelece outra vez seu domínio direto sobre o Estado. Reagan e os dois Bush não por acaso o intervalo dos dois mandatos de Clinton foi de uma turbulência que por pouco não acaba na deposição do presidente dispensam apresentações. Um historiador norte-americano descreveu esse período como o mais reacionário da história dos EUA.
É este período que a eleição de Obama encerra. Não por acaso, em meio à mais profunda crise da história do país a mais profunda crise dos monopólios, especuladores e parasitas que infestaram os EUA e o mundo a partir de 1980. Uma crise tão violenta que abriu o caminho para um negro, de pai africano e criado na Indonésia pudesse ser presidente dos EUA, vencendo todas as restrições ao voto, todas as fraudes, todo o cortejo anti-democrático que acompanha, há muito, as eleições norte-americanas.
CARLOS LOPES
enviada por O Pensamento
04/10/2008 20:59
Contra a farsa eleitoreira
Editorial - Nada de novo na farsa eleitoral
Novamente o bloco da farsa eleitoral foi colocado nas ruas em meio a uma profunda crise de apodrecimento do velho Estado brasileiro, crise esta que só vem se aprofundando, apesar de todos os intentos oficiais e oficiosos em dourar a pílula de que vivemos maravilhas, como "nunca neste país". O monopartidismo consolidado desde 1964 desfila faceiro enquanto as siglas eleitoreiras todas antioperárias e de traiçao nacional encenam, como sempre, confrontar programas e idéias distintas na disputa pela "alternância" nos cargos eletivos.
As coligações formadas para a disputa das mais de 5 mil prefeituras são demonstração inequívoca de que, nesta velha democracia, os partidos e políticos não são mais que, literalmente, farinha do mesmo saco. É a expressão e revelação de sua verdadeira natureza e essência burguesa, burocrática e reacionária. Enquanto nas grandes cidades, tucanos e petistas se esforçam para marcar diferenças que na prática não existem e se digladiam em busca de votos, no interior foram efetivadas mais de mil coligações entre os dois partidos. Isso sem falar nas coligações "informais", como a de Belo Horizonte, onde um acordo entre o prefeito Pimentel e o gerente estadual Aécio Neves lançou a candidatura Márcio Lacerda, pelo PSB, à "revelia" da direção do PT.
O velho e carcomido Estado, dependente desse fôlego representado pela pretensa renovação propiciada pelas eleições, investe em todos os campos para garantir o afluxo de eleitores às urnas em outubro. Numa das campanhas publicitárias mais ridículas de todos os tempos, é mostrada a verdadeira concepção da participação política permitida ao povo nessa velha democracia. Sob o slogan de que "quatro anos é muito tempo", tentam "conscientizar" as pessoas a fazerem boas escolhas nas eleições, sob pena de rever suas escolhas somente quatro anos depois. Pois é, para as classes dominantes que erigiram este sistema de Estado e de governo em que vivemos, isto é o máximo de participação política permitida ao povo, ainda que seja preciso escolher entre o fogo e a frigideira. Isso porque, seja qual for o resultado das eleições, a vitória será do latifúndio, do capital burocrático e do imperialismo.
É cada vez mais difícil manter essa farsa, é uma cara operação para o velho Estado de grandes burgueses e latifundiários. O povo (as massas de trabalhadores do campo e da cidade e seus aliados) percebe a cada dia com mais clareza que não será essa a solução para seus problemas. Os recorrentes escândalos de corrupção, roubo de direitos, massacres contra pobres e o incremento da política fascista comprovam que o problema não é de escolha entre uns e outros, mas de que enquanto perdurar essa estrutura podre do Estado brasileiro, nunca haverá uma verdadeira democracia no Brasil.
A cada processo eleitoral, mais e mais brasileiros deixam de comparecer às urnas, ainda que o voto seja obrigatório. Ademais dos votos em branco e nulos. Essa desilusão com a "democracia" só não se transformou em ações populares mais conseqüentes e contundentes por que essas massas ainda não se deram conta da verdadeira natureza dessa "democracia". De qualquer forma serve, ainda que de forma muito lenta, a elevar a consciência do povo. É o que tem se expressado na diminuição da credibilidade dos sucessivos gerenciamentos de plantão, que dependendo de um mínimo de apoio popular, cada vez mais precisam se desdobrar nos esforços e malabarismos para seguir enganando e se sustentarem em seus cargos.
Na cidade do Rio de Janeiro, onde se aplica com maior esmero o receituário imperialista da repressão ilimitada sobre as massas populares, a corrida eleitoral ganhou contornos dramáticos quando o gerente estadual, Sérgio Cabral Filho, requisitou tropas federais para garantir as campanhas nas favelas e áreas dominadas por grupos paramilitares e traficantes. Um pretexto mais para o reforço nas tropas de repressão do Estado, que tem nos paramilitares e traficantes suas forças auxiliares.
Toda a história da república brasileira é uma demonstração de como é falsa a propaganda de que vivemos em uma democracia. Assim como nos longos momentos de ditadura fascista declarada, os períodos "democráticos" foram todos caracterizados pelas mesmas políticas que, de modo sofisticado ou não, têm colocado a nação brasileira sob as garras do imperialismo e o povo sob a mais infamante ditadura da burguesia.
Não se trata aqui de exigir deste velho Estado mais espaço e "representatividade" para o povo, porque isso contraria a teoria segundo a qual o Estado é um órgão especial de repressão de uma classe sobre outra, sendo seu sistema de governo a forma pela qual as classes dominantes dirigem.
Mas aos poucos o povo vai percebendo que é preciso fazer algo pela emancipação das classes exploradas e oprimidas e para libertar o país da subjugação nacional, algo que não se limite ao comparecimento às urnas de dois em dois anos, mas que mostre o protagonismo político que merecem ter essas mesmas classes, dirigidas pelo proletariado.
Impulsionar os movimentos populares classistas e combativos, destruir o latifúndio entregando a terra aos camponeses pobres sem terra ou com pouca terra, libertar e desenvolver as forças produtivas no campo, construir o Poder Popular passo a passo, esse é o caminho para construir uma verdadeira e nova democracia para o povo e a Nação brasileira.
http://www.anovademocracia.com.br/index.php/Editorial-Nada-de-novo-na-farsa-eleitoral.html acessado em 04/10/2008.
enviada por O Pensamento
28/09/2008 12:13
Cristo
Jesus Cristo é o combustível no qual se re abastece diariamente para uma vida feliz.
enviada por O Pensamento
18/09/2008 13:12
E a paz volta a reinar. Com muita endorfina. E o ano vai indo a bailar. E nós cá estamos de volta. Mais experientes.
enviada por O Pensamento
08/08/2008 14:29
8-8-2008 abertura das Olimpíadas de Pequim
Que emocionante a abertura das Olimpíadas de Pequim, hoje pela manhã! Nunca tinha assistido a uma abertura tão bela como a dehoje. Confesso que me emocionei e até chorei, com todo aquele espetáculo, onde a diversidade cultural, religiosa e linguística é que faz a beleza. Sentífelicidade por estar vivo e poder ver esse espetáculo. Viva a China socialista.
Hoje são 8-8-8. Super interessante.
Vitóriasao Brasil nesses jogos.
Shalom alechem.
enviada por O Pensamento
17/07/2008 00:43
White Rabbit
White Rabbit- de Jefferson Airplane
One pill makes you larger
And one pill makes you small,
And the ones that mother gives you
Don't do anything at all.
Go ask Alice
When she's ten feet tall.
And if you go chasing rabbits,
And you know you're going to fall,
Tell 'em a hookah-smoking caterpillar
Has given you the call.
Call Alice
When she was just small.
When the men on the chessboard
Get up and tell you where to go,
And you've just had some kind of mushroom
And your mind is moving low,
Go ask Alice;
I think she'll know.
When logic and proportion
Have fallen sloppy dead,
And the White Knight is talking backwards
And the Red Queen's "off with her head!"
Remember what the doorknob said:
"Feed your head. Feed your head. Feed your head"
Coelho Branco
Uma pílula o deixa maior
E outra pílula o deixa menor,
E aquelas que a sua mãe lhe deu
Não fazem nada.
Vá perguntar a Alice
Quando ela tiver dez metros de altura
E se você for caçar coelhos
E você sabe que vai cair,
voce vê uma largata esfumaçando um narguilé
Que te dá o sinal
Chame Alice
Quando ela for pequena.
Quando o homem do tabuleiro de xadrez
Levantar e disser aonde ir.
E você tem apenas um tipo de cogumelos
E seus pensamentos são vagarosos.
Vá peguntar a Alice
Eu acho que ela vai saber.
Quando lógica e proporção
Vem ao chão,sujos e mortos.
E o Cavaleiro Branco está falando ao contrario
E a Rainha Vermelha "corte a cabeça dele!"
Lembre o que o momerat disse:
"alimente sua cabeça.alimente sua cabeça. alimente sua cabeça"
P.S. Essa música é demais. E a vocalista do Jefferson era uma gatíssima!
Valeu.
enviada por O Pensamento
30/06/2008 18:55
sonho/ astral
Eu estava andando em Ponta Negra, de madrugada. Fui atravessar a rua. Uma senhora pegou nos meus braços- como querendo que eu a ajudasse a atravessa- la- e me perguntou onde ficava uma igreja, que terminava (o nome) com de Jesus. Eu perguntei a ela se era igreja católica ou evangélica. Ela me respondeu que era Católica do Evangelho. Respondi onde tinha uma. Fui lá, e era realizada Missa em Latim. Encontrei a Tânia, uma ex- aluna minha do cursinho, que hoje é professora de Português. Ela estava visitando essa igreja, para assistir à Missa em Latim, com colegas de Letras. Como é que eu sei disso, não me perguntem... Depois, encontrei o Antônio (colega da Pós, na Estadual). Ele estava andando e apressado. Fazendo pesquisas espirituais. Falamos rapidamente, e ele me falou bem do curso da Estadual e o da EST. Quando estava chegando perto de casa, e eu estava perto da IBAV, um jovem de uns 20 e poucos anos, com olhar autoritário- era branco de cabelos escuros e brasileiro- me perguntou:
Por que você não é muçulmano?
E eu lhe respondi:
Por que eu creio na Trindade.
Depois, dei um abraço nele, como de agradecimento.Na realidade, estava querendo saber porque eu não participava da reunião do grupo dele- era um líder leigo- no astral. E assim foi encerrado o sonho.
enviada por O Pensamento
22/06/2008 01:14
A Vanessa Gerbelli é uma gatíssima. Caramba, ela tem o jeitinho que eu gosto numa mulher. Gosto de seu sorriso. Sou seu fã. Quem sabe um dia, né Vanessa?
Valeu.
enviada por O Pensamento
30/05/2008 00:43
insight
"no tempo certo as coisas acontecem"
Comunismo
Economia
Hoje!
enviada por O Pensamento
25/05/2008 22:37
No Que Creio
Hoje resolvi escrever no que creio, do ponto de vista espiritual. Isso depois de ter que testemunhar no que creio, para fiéis de outro credo.
Creio em Deus Pai Todo Poderoso, Javé, que criou o Universo inteiro do nada (criatio ex- nihilo). Creio que Ele criou tudo bom e perfeito. Mas, em certo momento, o anjo mais forte do paraíso resolveu se rebelar. Era forte, belo e maestro do coro celestial. Quis sentar no Trono de Deus, e se desviou do Bem, portanto. Seu nome era Lúcifer (Portador da Luz). Levou 1/3 dos anjos em sua rebelião. Foi expulso do Céu por São Miguel, o Arcanjo chefe dos anjos leais a Deus. Passou Lúcifer a ser o diabo (aquele que separa), líder das hostes infernais, maior inimigo de Deus e dos homens. O Inferno foi preparado para ele e seus demônios.
Os anjos são mensageiros de Deus junto aos homens. Instigado pelo diabo (serpente) o homem (Adão) pecou. A partir de então, nós, seres humanos, nascemos com uma inclinação ao mal (pecado original). Mas Javé socorreu a humanidade, enviando profetas e Moisés, que deu a Lei de Deus ao povo hebreu. Mas os homens continuaram pecando. Então, Deus mandou o Messias, para salvar a humanidade do pecado. Seu nome é Jesus Cristo. Ele é o Filho de Deus, e a segunda pessoa da Santíssima Trindade (Pai, Filho e Espírito Santo). Ele morreu na cruz por nossos pecados, e ressuscitou ao terceiro dia. Venceu a morte eo mal. Todo homem que crer em Jesus Cristo como seu Senhor (Deus) e Salvador pessoal, será salvo, i.e: irá para o Céu após a morte onde viverá eternamente.
Os membros de religiões não-cristãs, desde que tenham boa intenção em seus atos e em sua fé, também serão salvos por Deus, que é misericordioso. No Novo Testamento, escritura sagrada cristã, está dito que Deus é amor.
Deus também se revelou a outros povos. Coisas boas existem nas religiões não- cristãs.Mas, a plenitude da revelação de Deus foi dada pelo Filho de Deus, Jesus cristo. Esse, até resgatou espíritos em prisão, na mansão dos mortos, segunda a Escritura. Em 1 João está dito que quem crê que Jesus é o Cristo é nascido de Deus.
Em síntese, o que creio está nas palavras acima.
porque Deus amou o mundo de tal maneira que enviou o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3: 16.
enviada por O Pensamento
20/05/2008 13:00
Paz, Resposta e Silêncio.
Ontem à noite, enquanto ia para o trabalho, sentí um forte e inesperado sentimento de profunda paz. Uma paz que me fazia não fazer nada, apenas saborear o momento. Como estava com tempo sobrando,essa paz foi inundando minha cabeça, e começei a ter insights. Olhei para o céu, e ví o céu, algumas estrelas e o brilho da lua. Mais abaixo, casas em estilo antigo e um coqueiro. Me sentí em outra época, antiga e em profundo contato com a natureza. Sentí que estava extravasando o limite tempo- espaço. Estava transcendendo tudo isso. Percebí que o importante é estar vivo. Que o importante é estar vivendo essa oportunidade. Sentí que Deus esteve comigo mesmo nos piores momentos, e nos que achei que Ele havia me abandonado. E me lembrei desses momentos, sentindo Deus lá, perto de mim. Era hora de paz. Muita paz. O que será tudo isso? É uma resposta ao post de baixo? Também. Mas é uma profunda experiência mística que tive e tenho agora, também. Quem já sentiu Deus dentro de si, e que tem todas as respostas dentro de sí? Eu. O coração palpita já! Muita emoção. É uma nova época de minha vida, essa canção inacabada. E terna. E eterna. Com Deus. Dentro de mim.
Em silêncio hoje, recebí inumeras respostas para questões minhas, antes mal resolvidas. Percebí que estava dando muito pouco tempo para receber minhas respostas. E que, no silêncio, o meu Deus fala comigo. Hoje e sempre. Eternamente. O Eterno. O Poder do Silêncio é real. Nele, Deus se manifesta, e se revela. Tudo é recriado. Nos revelamos e surpreendemos através disso. É um Estado Alterado de Consciência natural. E lá estão todas as respostas. Todas as nossas respostas. Estou animado. Por mim mesmo. Vem de Deus dentro de mim. Assim seja por toda a Eternidade. Amém.
Eu Sou Alguém Maior. Na Maior.
Alguém. 21 de Maio de 2008. O Primeiro. Amém.
enviada por O Pensamento
13/05/2008 19:07
então é isso?
mas a a vida adulta é apenas isso de cumprir horários e assumir novas responsabilidades? Mas que saco. Então foi pra isso que fomos criados. Não, "o homem foi criado para a felicidade" (Dostoiévski). Mas e essa realidade imposta que nos cerca? Bom, tenho uma louca vontade de "chutar o pau da barraca",como já disse antes, aqui.
Tem que valer a pena, não é? Espero que seja válido...
enviada por O Pensamento
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